Sábado, 4 de Setembro de 2004

Terna ternura eterna


Às vezes dou comigo calmo,

Terno e eterno:

Louvando Deus num salmo

Poemas de adeus que canto terno.

Crio a arte na poesia,

Terna ternura eterna,

Com tristeza ou alegria.


Ternos são os dias que passam

Quando os corações inebriam.

E entre espaços que se entrelaçam

Fica o tacto e a arte que tudo criam.

Crio a arte na poesia,

Terna ternura eterna,

Com tristeza ou alegria

E se tremo sem razão,

Se não sei em que me enlevo

É porque Deus quis que não,

Interferisse no que escrevo.
publicado por egasmoniz às 14:00
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