Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2005

Soneto do amor total

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.


(Vinicius Moraes)
publicado por egasmoniz às 09:40
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2 comentários:
De Tati a 11 de Fevereiro de 2005 às 01:44
Acho que Vinicius nunca pudera conhecer seu amor verdadeiro... amou tanto e escreveu o que sentia para poder "livrar" um pouco o peito de tanto amor... ou será que pode amar e ser amado aqui nessa vida ?!


De Tati a 11 de Fevereiro de 2005 às 01:40
Acho que Vinicius nunca pudera conhecer seu amor verdadeiro... amou tanto e escreveu o que sentia para poder "livrar" um pouco o peito de tanto amor... ou será que pode amar e ser amado aqui nessa vida ?!


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